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Sistema de segurança: 3 itens obrigatórios para proteção residencial

A questão da segurança nunca esteve tão presente na pauta comum da sociedade contemporânea. O fato de 2018 ser ano eleitoral só elevou a apreensão das pessoas com a proteção residencial, e pública como um todo.


Essa constatação é tão verídica que absolutamente todos os candidatos à presidência da república formalizaram propostas para o setor. A revista Veja relacionou e detalhou cada uma delas, chegando até a dar os nomes dos assessores que se responsabilizarão pela proteção do cidadão brasileiro.


Na realidade, nem mesmo era preciso ler planos de governos para avaliar o grau de atenção da população para o tema. Basta ouvir conversas no transporte público ou até mesmo nas redes sociais para ter noção da atual situação. Com apenas um clique, no celular ou no computador, já é possível saber de mais um caso de violência acontecido na cidade, no estado, no país.


Quando o assunto é sistema de segurança residencial, o contexto fica ainda mais agravante. De acordo com informações divulgadas pelo G1, o número de furtos e roubos a condomínios cresceu 56% no estado de São Paulo, em 2018. Segundo o artigo, que divulga informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP), as ocorrências pularam de 832, de 2017, para inacreditáveis 1300, neste ano.


É bem verdade que as polícias Civil e Militar passaram a dedicar um esforço maior para estes casos. A própria matéria registra que alguns deles foram solucionados. No entanto, o número continua exagerado e assustador para moradores de São Paulo e também do Brasil. Já que o cenário é bem semelhante em outros estados, quando não pior.


Sabendo disso, dá para concluir que não é à toa quando nos deparamos com notícias que revelam o enorme valor investido e destinado à segurança. O problema é que o investimento não resulta, ou não tem dado mostras, de eficiência no combate à violência, roubos e furtos. Diante disso, todos os setores da sociedade passaram a considerar a segurança um item essencial em suas vidas.


Seja pensando enquanto empresa ou mesmo na vida privada, o fato é que, ao atingir níveis insuportáveis, a criminalidade forçou as pessoas a pensarem de forma prudente e cuidadosa na própria segurança. Se no mundo digital isso já era prioridade, dado o risco de roubo de senhas e invasão de privacidade, agora o avanço tecnológico oferta produtos e práticas para “a vida real”. Em um passado não tão distante, ter e gerenciar uma câmera de segurança, por exemplo, era exclusividade de shoppings e estabelecimentos comerciais. Hoje, por outro lado e felizmente, o cenário mudou e itens como estes estão mais acessíveis do que nunca.


3 itens para o sistema de segurança residencial


Biometria


Em 2018, pela primeira vez na história, algumas cidades selecionadas pela justiça eleitoral terão que votar utilizando o sistema de biometria. Justamente por isso, o termo acabou se popularizando nacionalmente. O que muitos não faziam ideia - e talvez ainda não saibam - é que a tecnologia é uma das mais eficientes da metodologia de proteção e segurança.


Muito antes de virar pauta das eleições brasileiras, a biometria já servia como excelente forma de identificação. Ainda que no dicionário a definição da palavra pareça estranha (estudo dos fenômenos biológicos por meio de métodos estatístico), sua função mais usual seria resumida como uma forma de definir e discernir um indivíduo.


É comum relacionarmos a biometria exclusivamente com a leitura de digitais. Talvez por “culpa” das eleições. No entanto, o termo engloba uma série de maneiras capazes de diferenciar uma pessoa de todo o resto do mundo.


A técnica é relativamente simples, enquanto o método é complexo e diverso. A primeira faz valer uma verdade universal: nenhum indivíduo é igual a outro. Já o segundo (o método), permite identificar alguém por meio da digital, dos olhos, da voz e até mesmo de atributos físicos.


O sistema de biometria é amplamente utilizado em âmbito policial, na identificação de suspeitos, e também no universo de segurança corporativa, que inclui permissões e controle de acesso. Felizmente, todos esses elementos estão disponíveis também para a segurança privada, como casas, prédios e condomínios.


Nestes casos, a biometria é essencial para determinar quem entra e sai das propriedades. Ora, se nenhum indivíduo é igual a outro, é praticamente impossível burlar um sistema que permite acesso somente pela leitura de impressões digitais, por exemplo. Hoje, a tecnologia é bem comum nos condomínios mais modernos, mas a fácil implantação e o número extenso de vantagens já a tornaram item-chave para proteção residencial.


CFTV


Embora pareça óbvio, é normal se perguntar o que é CFTV. Pois a sigla abrevia o Circuito Fechado de TV, ou seja, o sistema de monitoramento por intermédio de câmeras. Assim como o exemplo da biometria, este sistema também se consolidou dentro do mundo corporativo e, agora, migra a passos largos para a segurança privada.


Também chamada de CCTV, a tecnologia tem seu funcionamento bem trivial: trata-se de um conjunto de câmeras dispostas em diversos locais, cujas imagens são captadas, gravadas e monitoradas por uma central de vigilância. Lá, munida de todo o tipo de dispositivo de comunicação, uma equipe treinada acompanha as imagens e tempo real e, se preciso, informa e desloca seguranças para tratarem de determinada ocorrência.


Antes mesmo de se tornar um instrumento de proteção e segurança, o sistema CCTV já era largamente usado em rodovias. Agora, sua atuação tem sido mais focada em identificar, reportar e (em alguns casos) prever incidentes, crimes e outras ocorrências.


Além de oferecer monitoramento 24 horas por dia, o que viabiliza a geração de provas materiais para análise futura, o sistema CFTV ainda tem o poder de inibir atos de má conduta. Afinal, o fator da observação e registro torna a ação ilícita mais perigosa para um possível infrator.



Uma equipe bem treinada e capacitada


Este é o item mais essencial da lista. Afinal, sem ele os dois anteriores teriam as atuações comprometidas substancialmente. Porém, por mais que muitos ainda subestimem, uma equipe de profissionais treinados, capacitados e prontos para trabalhar na segurança patrimonial não se encontra em qualquer lugar.


A vinculação de profissionais de segurança a homens musculosos e que dominem alguma arte marcial é um erro grosseiro, que costuma cobrar caro. O especialista em proteção domina técnicas que vão muito além disso, fruto de treinamentos constantes e protocolos que devem ser seguidos sempre.


O profissional que integra uma equipe dessas está preparado funções como: controlar o acesso de pessoas, mercadorias e veículos; prevenir roubos e furtos e ainda garantir vigilância ostensiva. Porém, caberá a ele também estar preparado para uma série de acontecimentos anormais, como incêndios e outras ocorrências do gênero.


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